terça-feira, 14 de outubro de 2008

AQUELE TEMPO QUE NÃO VOLTA MAIS

Para Fernanda e Amanda

Nos primeiros dias, semanas e meses foi difícil, doloroso até, a saudade era cortante, tantos momentos compartilhados e de repente, tudo tinha chegado ao fim. Restava então, apenas as lembranças. Lembranças de sorrisos, gargalhadas, olhares maliciosos q diziam tudo qdo ñ podíamos verbalizar, gestos e sinais q só nós entendíamos, os palavrões mais cabeludos q a gente só falava dentro de casa, ou em público, mas bem baixinho pra ñ escandalizar aqueles q achavam q éramos puros e inocentes (hahahahaha). E como era bom falar aqueles palavrões né? As festinhas dadas no quintal de casa; as pizzarias; os barzinhos; os videokês; as reuniões nas casas de amigos, alguns q nem eram tão amigos assim, mas a gente aproveitava o momento e mtas vezes ainda saía falando mal e tirando sarro dos anfitriões (q uó!!!!!). Os telefonemas pra ficar só falando besteira; os momentos mais intimistas qdo ficamos só os três ouvindo música deprê ou assistindo um filme no video-cassete (ainda ñ existia o dvd), depois comíamos aquele struddel maravilhoso de frango ou presunto e queijo, e eu parecendo um esfomeado; as danças enlouquecidas ao som do abba no meio da sala. Os apertões; os abraços; os carinhos nem sempre demonstrados fisicamente, mas por um gesto, um olhar, uma palavra doce. O ciúme dos namorados q ñ suportavam uma amizade tão escancaradamente íntima (eles nunca entenderiam); a cumplicidade silenciosa; as sessões de cinema; as opiniões sobre roupas, sapatos, cortes de cabelo; o consolo pela dor de um amor ñ correspondido; os casamentos; o senso de humor ácido e irônico q nos era tão peculiar e até as discussões, quase sempre sem mta importância.
São mtas lembranças. Toneladas de recordações e uma saudade q o tempo foi cicatrizando aos poucos, mas q em determinados momentos lateja, ñ deixando esquecer q as cicatrizes são eternas, assim como a própria saudade q neste exato momento lateja, lateja, lateja...

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

NOITE

Depois de um calor abrasador. Uma verdadeira sauna ao ar livre. Caiu a chuva mansa e lenta. Poucas horas depois, o dia sufocante deu lugar a noite fresca e límpida. Era simplesmente delicioso sair na rua e sentir aquele perfume indescritível, proveniente das folhas das árvores q balançam levemente ao sabor do vento suave q chega depois de um dia com tantas variações de temperatura, e o cheiro do asfalto misturado com a terra molhada, parecia q o céu se despia e as estrelas abriam um sorriso largo abençoando a cidade depois de mais um dia infernal. E a noite convidava. Convidava a caminhar, pura e simplesmente, apreciando seu prefume inebriante, convidava a tomar um choppe no barzinho da esquina; a sentar no banco da praça; a dançar sob a luz do luar; a fazer um luau; a namorar tendo apenas as estrelas por testemunha; à sonhar, fechar os olhos suavemente, aguçar todos os sentidos, deixar a brisa acariciar a pele vastamente e esquecer de tudo de ruim q existe, lembrar q a natureza eh sábia e poderosa e nos proporciona prazeres tão simples e magníficos como esse, uma noite recompensadora depois de dias tão insuportavelmente quentes.
Nessa noite consegui entender com mais clareza pq me considero um ser noturno, ñ tem nada a ver com ser punk, gótico, depressivo ou coisas desse tipo, tem mais a ver com ser romântico, sonhador. A noite proporciona várias possibilidades. Liberdade, inspiração, paixões, beijos, esperanças.
Liberdade de ser quem vc realmente eh. Quem ñ tem medo de críticas e julgamentos e tá se lixando para o que os outros vão pensar ou falar, eh oq eh nas 24 horas do dia e eh mto mais feliz e realizado assim. Mas para aqueles q ainda ñ entenderam o poder maravilhoso q exercem os q pisam e passam por cima de toda e qualquer hipocrisia humana, a noite eh a única forma de se libertar e tirar a máscara colocada até o sol se pôr.
Inspiração pra compôr uma música, escrever um poema, pintar um quadro, esculpir. A arte em geral vem com mais força e delírio qdo a noite cai.
Paixões, secretas, escancaradas, misteriosas, tranquilas, voluptuosas, efêmeras em qualquer forma e intensidade brotam no escuro, de noite.
Beijos roubados, consentidos, lentos, de tirar o fôlego, sempre em sua maioria, pelo menos os mais gostosos são dados sob a luz da lua, debaixo de um céu estrelado. É assim q descrevem a maioria dos livros, filmes e novelas.
E a esperança de viver tudo isso intensamente parece q fica mais forte qdo a noite chega e todos parecemos tão iguais diante do mundo pq a noite é mágica e se torna fada-madrinha de todas as cinderelas, sejam homens ou mulheres, q acreditam q o amor um dia chegará.
À noite todos os gatos são pardos.
À noite tudo pode acontecer.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

A CRÔNICA

Lendo uma crônica de Martha Medeiros, uma de minhas escritoras-cronistas preferidas, entendi mais uma vez pq sou tão fascinado por ela. Martha eh simples e profundo, escreve de forma clara e extremamente tocante. Gosto qdo ela disserta sobre relações humanas e coisas do coração, qdo fala de tudo q nos sufoco, angustia e faz a gente se arrepiar de emoção, mas até falando de coisas mais amenas Martha eh The Best. Claro q ñ concordo cegamente com tudo oq ela escreve pq ñ sou seguidor de Martha Medeiros e sim um fã ardoroso e qdo ñ gosto de alguma coisa dela apenas comento baixinho comigo mesmo 'hoje eu ñ gostei Martha', como se fosse uma amiga íntima da qual a gente concorda ou discorda nos assuntos qdo se bata um papo descontraído. Martha Medeiros eh assim, tem o dom de fazer seus leitores sentirem-se como se fossem amigos mto próximos e atinge a alma de cada um como se fosse uma sábia poderosa, no entanto demonstra o tempo todo por meio de suas crônicas e entrevistas q ñ eh nada disso, eh simplesmente alguém mto culta e inteligente completamente apaixonada pelo q faz e faz mto bem. Ainda assim, pra mim, Martha Medeiros tem um quê de divindade, talvez seja pelo fato de ela ter uma profissão tão maravilhosa, ser tudo oq eu qria ser em termos profissionais, ela me passa a impressão de ser completa e realizada. Parodiando o filme com John Malkovich, "Quero ser Martha Medeiros". Sempre pensei q se um dia topasse com ela em algum lugares teria um frenesí de emoção e ñ iria parar de falar o qto sou seu fã, mas um belo dia encontrei com ela em uma livraria e tremi na base, fiquei me contorcendo por dentro criando coragem pra ir cumprimentá-la mas ñ consegui, a timidez e o pavor de parecer um bobalhão na frente dela foram mais fortes do q eu en tão fiquei ali sentado com um livro na mão vendo a oportunidade escapar, foi uma sensação tão estranha ver uma pessoa q parece tão íntima de vc mas ter medo de chegar perto pq sabe q ela nem sonha com a sua existência, mas tudo bem deixei escapulir a chance de q ela ficasse sabendo q eu existo, mais um fã apaixonado. Quem sabe na próxima. Toda essa longa introdução eh pra deixar registrado aqui uma das mais recentes crônicas da Martha q me encantou. Segue abaixo.


O sempre no nunca

Vivemos num mundo de variados prazeres mundanos, sensoriais, transcendentais, mas poucos são tão valiosos qto ler um livro bom. O que vem a ser tal coisa? Cada um tem seu conceito sobre livro bom. Os meus livros bons são aqueles em q eu ñ consigo parar de sublinhar trechos. É aquele q me faz ter vontade de voltar logo pra casa e me enfiar na cama com ele. É o livro q já começa a me dar saudades antes mesmo de acabá-lo. E qdo termino, em vez de pegar outro, qro começar a lê-lo outra vez. FANTASMA SAI DE CENA, de Philip Roth, ñ foi pra mim um livro bom, foi fora de série. O que escolher para ler em seguida e ñ deixar o êxtase se esvair? Peguei A ELEGÂNCIA DO OURIÇO, da francesa Muriel Barbery. Não chega a ser um Roth, mas eh um livro especial.
Duas narradoras q moram num mesmo prédio elegante de Paris: uma é a zeladora, q eh culta, mas para os inquilinos se faz de ignorante, pq eh isso q os esnobes q moram esperam de uma zeladora (são impagáveis os momentos em q ela se esforça para falar errado de propósito, pra ñ dar pinta da sua erudição), e a outra eh uma espertíssima menina de 12 anos, filha de um deputado e de uma dondoca, e despreza o universo fútil em q vive. Em algum momento, claro, essas duas avis raras q habitam o mesmo endereço francês irão se cruzar, mas , até lá, nos oferecem uma narrativa deliciosa, cada qual na sua. Quando finalmente se encontram na história, bom, aí fazem a festa do leitor.
É um livro filosófico, inteligente e engraçado. Ddesconstrói certas verdades estabelecidas e, de lambuja, ainda reserva um pouco de poesia nas últimas páginas. Ou muita poesia. Diante da dor dilacerante, o que buscar? O belo. Diante do impossível, diante de uma vida inútil, diante daquilo q ñ aconteceu nem acontecerá, o que nos compensará? Um único instante sublime. Em todo "não", há um filete de "sim". Em toda descrença, há uma possibilidade de certeza. é o que a autora chama, no livro, de "o sempre no nunca". Basta a lembrança de um piano q tocava em determinado momento de angústia, basta um pedaço de pano colorido q se destacou na hora de reunir as roupas de morto, basta uma frase especial de uma amiga qdo a noite prometia ser um suplício, e a nossa desilusão eterna se atenua. Para a maioria das pessoas, os dias correm e parece q os sonhos nunca se realizarão. Nunca. Mas em meio a esse nunca, há de ter um pedacinho afetivo de sempre. Aquela lembrança, aquela foto, aquela música, aquele instante q ficou alheio ao tempo, imortal. O sempre no nunca. Há em tudo, basta um pouco de doçura para reconhêce-lo.


Isso eh Martha Medeiros. Não preciso dizer mais nada né.

Obs.: A crônica COCA-COLA COM LIMÃO E GELO de minha autoria eh bastante parecida com esta da Martha, mas ñ eh uma cópia viu, foi apenas uma coinscidência. Quem sabe um dia eu chegue aos pés dela, hehehehehehe...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

COCA-COLA COM LIMÃO E GELO

A vida eh feita de pequenos e grandes momentos. Os grandes momentos são óbviamente lembrados com frequência e grande empolgação por quem os viveu mas hoje eu quero falar de pequenos momentos, aqueles q mtas vezes parecem insignificantes e passam despercebidos aos olhos da maioria mas tornam-se marcantes e inesquecíveis pra qm sente saudade e tem a sensibilidade à flor da pele. Pequenos momentos significam mto para aqueles q entendem q uma vida eh construída de pedacinhos, como um enorme quebra-cabeças com inúmeras e minúsculas peças, todas indispensáveis para q a imagem fique perfeita. Nenhum momento da vida eh completamente insignificante ou dispensável, mesmo aqueles q parecem ser. Tudo contribui pra formar nossa identidade, nossa personalidade, aquilo q somos por dentro e se reflete por fora. Pode ser marcante um desenho da infância; um bicho de pelúcia ou outro brinquedo qualquer; uma comida; uma peça de roupa; um sorriso recebido na hora certa, de alegria, de flerte ou cumplicidade; uma dança com alguém especial ou sozinho mesmo, ñ tem nada melhor do q dançar qdo se está feliz e ñ importa o jeito, pode ser desengonçado, correto ou exímio dançarino, esses momentos costumam ser sempre inesquecíveis qdo vc tira os pés do chão e nem se importa com quem estah olhando, se eh q tem alguém olhando, a menos q vc esteja em um concurso de dança, aí já são outros "quinhentos", um concurso de dança eh um momento inesquecível mas eh um grande momento e ainda ñ acabei de listar apenas os pequenos momentos q eh o ponto chave desta crônica. Um filme pode ser marcante, pela história ou pelo momento e a companhia com qm se assiste, um amor ou uma turma de amigos, tudo depende do estado de espírito, até mesmo sozinho se pode ver um filme e aquele pequeno momento de introspecção e solidão tornar-se marcante pra vc. A lembrancinha de uma viagem; um afago no rosto; a mão enxugando suas lágrimas qdo vc ñ conseguia parar de chorar; o convite pra uma balada q vc qria mto ir mas ñ tinha um centavo no bolso; aquela música q vc nunca mais ouviu; a foto amarelada guardada há anos tirada num barzinho q vc foi qdo fez aquela excursão pra uma cidade histórica no interior de Alagoas chamada Xingó e onde conheceu o Alexandre, aquele amigo incrível q tinha tudo a ver com vc e ali aconteceu um dos pequenos momentos mais marcantes e inesquecíveis.
O Alexandre q era quatro anos mais velho, portanto um pouquinho mais experiente, pediu uma coca-cola com limão e gelo e vc com apenas 15 anos, no auge de sua inocente e implacável adolescência achou o máximo por nunca ter visto ninguém tomar coca com limão e gelo, e ficou encantado e admirado, pensando como aquele cara legal era inteligente e interessante e culto e seu mais novo amigo, o amigo q vc esperou durante tanto tempo e q agora estava ali na sua frente tomando coca-cola com limão e gelo e te ensinando sem saber q era super gostoso, e vc pensou q poderia aprender mto mais coisas, tão legais qto essa e foi feliz, foi mto feliz, foi escandalosamente feliz naquele momento. Um pequeno e insignificante momento, pra todos aqueles q estavam a sua volta na mesa, ñ pra vc. Pra vc foi a descoberta de um amor profundo, baseado numa amizade pura e verdadeira e de q ficou mto tempo sem saber o qto eh gostoso coca-cola com limão e gelo.

domingo, 28 de setembro de 2008

CONCERTO DA PRIMAVERA

Foi hoje ás 11:00 da manhã no jd. Botânico. Sob um céu azul claro, o sol deliciosamente quente, deitado sobre a grama fresca com a cabeça recostada no colo de minha mãe, estávamos lá, só eu e ela em meio a um monte de gente, mas ao som de uma das mais maravilhosas orquestras do estado, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), era como se só houvesse nós dois ali, eu e minha mãe, juntos, cada um com suas dores, lembranças e tristezas, sentindo a música pulsar no coração, deixando o pensamento solto, levitando a cada acorde dos violinos. Mágico. Por uma hora estive em outra dimensão ou existe mistura mais perfeita q música e natureza pra fazer vc viajar. Diante de um cenário tão maravilhoso foi como se tudo de ruim se dissipasse, mágoas, rancores, desilusões. Foi um momento tão íntimo e tão completo, um momento único q me fez sentir piedade daqueles pobres de espírito q ñ sabem e/ou ñ conseguem usufruir de um momento tão especial. A arte cura, e eh por isso q procuro desesperadamente estar sempre próximo de todas as suas mais diversificadas formas. Preciso deseperadamente da cura.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

SOBRE MAMMA MIA - O FILME

Certos filmes parecem q são produzidos pra nos fazer sonhar. Pra nos arrancar de uma realidade amarga, sem graça, sem cor e nos jogar num universo de fantasia e festa. Mamma Mia eh assim, baseado em uma peça da broddway de grande sucesso recheada de canções do grande hit da década de 70, o grupo abba. O filme me fez rir de gargalhar e chorar de soluçar. Pra qm gosta de musical eh uma boa pedida, qm gosta do abba vai adorar, agora, qm gosta de musical e de abba como eu vai delirar. Na verdade ñ sou assim tão fã de musicais, ñ eh meu gênero preferido mas gosto, assim como gostei de Moullin Rouge, Chicago e De-Lovelly. Acontece q Mamma Mia eh especial, pra mim teve um significado especial, um gosto de qro mais, um sabor de festa. Teva momentos em q quis pular da cadeira e sair dançando no meio cinema, em outros me encolhi e fiquei arrepiado de emoção sentindo as lágrimas correrem pelo meu rosto, eu acho q eh esse o sabor especial q o filme tem, o de misturas emoções tão profundas e nem sempre opostas como o riso e choro. As canções q mais mexeram comigo foram: Chiquitita, numa performance engraçadíssima e emocionante das atrizes em cena; Dancing queen (minha preferida), onde eu qria gritar e extravasar cada vez q ela tocava; I have a dream, meiga e delicada como um sonho suave; The winner takes it all, pra destruir com aqueles q perderam um grande amor e finalmente Mamma mia, pra soltar a franga geral. Sem falar no elenco maravilhoso composto por astros jovens e maduros como a fabulosa Maryl Streep (O diabo veste prada), o charmosérrimo Pierce Brosnan (007-Contra goldeneye/O amanhã nunca morre/O mundo ñ eh o bastante), o fofo Colin Firth (O diário de Bridget Jonnes/Bridget Jonnes-No limite da razão) e a novata Amanda Seyfried, uma atriz mto graciosa. E o cenário arrebator da Grécia com uma fotografia impecável inebriava meus olhos cada vez q aparecia aquele mar azul-turqueza q só existe lá, nos mares gregos. Enfim, um filminho bem água com açúcar, mas perfeito pra qm precisa lavar a alma impregnada das amarguras da vida, de uma vida inssossa onde tudo parece superficial e efêmero, onde as relações são fugazes e artificiais mesmo q vc lute ferozmente para mantê-las consistentes e duradouras. Pelo menos no cinema vc sabe q a fantasia vai durar mais ou menos duas horas, mas na vida nunca se sabe o tempo exato. Saí do cinema em estado de encantamento e frenesí.

SOBRE MIM

Andei triste, decepcionado e revoltado esses últimos dias. Tinha até decidido radicalizar e ñ escrever mais, acabar com o blog, com o orkut, msn e afins q nos dão uma falsa sensação de estarmos inseridos num grupo de amigos e pessoas q nos são queridas, mas eh apenas uma falsa sensação. Raro algumas exceções, definitivamente ñ somos amigos verdadeiros de todos q estão adicionados no nosso orkut ou no msn, todos aqueles nomes e fotinhos são apenas números para q nos sintamos populares e requisitado. Mas deixando de lado as lamentações inúteis estou aqui pra dizer q ñ vou acabar com nada, o blog eh uma das poucas coisas q me dá grande prazer, qm o visita de vez em qdo já deve saber da minha paixão pela escrita, do qto me eh essencial esse hobbie q um dia espero se torne um ofício. O orkut vai continuar lá, do jeitinho q estah, vou entrar com menos assiduidade pq ele me toma mto tempo e qro me dedicar a coisas mais proveitosas na internet e ñ adicionarei mais ninguém com qm ñ queira ter um contato mais profundo, vou priorizar mais a qualidade e ñ a quantidade como mtos fazem. Quem tem de verdade 400 amigos? eu ñ tenho e com certeza vc tbm ñ tem. Meu msn estava cheio de adicionados desconhecidos com qm entrava em contato através da sala de bate-papo, eles ñ me acrescentavam em nada só esperavam ver um rostinho bonito e nem sempre gostavam do q viam, assim me deixavam a ver navios e falando sozinho por diversas vezes, exclui todos, bando de imbecis idiotas q nunca vão entender o valor de um sentimento verdadeiro e desinteresado. Deletando de minha vida todos esses amigos virtuais q em nada me acrescentavam, resolvi fazer o mesmo com os amigos reais, de agora em diante serei minha única companhia, meu melhor amigo e com certeza jamais serei magoado por mim mesmo.